Após a grande repercussão do caso em que uma criança autista teria sofrido maus-tratos por parte de duas professoras da Escola Municipal Máximo Jamur, localizada no Balneário de Caieiras, em Guaratuba, a mãe do menor, em conjunto com um grupo de pais da cidade, implantou um movimento denominado “Pais Atípicos de Guaratuba”, que, entre outras coisas, pede a imediata exoneração das educadoras.
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Devemos enfatizar que as crianças com necessidades especiais, onde se enquadra o caso supramencionado, necessitam de um acompanhamento sólido e individualizador; para que isso ocorra é necessário que os educadores tenham capacitação específica e monitoramento constante.
Conforme comunicado da Prefeitura de Guaratuba, enviado ao Portal da Cidade, o professor concursado para ser P.A. (Professor Assistente), tem que ter graduação ou pós-graduação nas diversas áreas da educação especial e inclusiva. No caso de estagiárias (os) a regra é a mesma, devem estar cursando graduação ou pós-graduação na área da educação especial e inclusiva.
Paranaguá é considerada referência no atendimento de crianças com autismo, principalmente após a criação do Centro Educacional Municipal de Referência ao Transtorno do Espectro Autista, que ocorreu em 18 de junho de 2020. Desde então, o local se tornou exemplo no tratamento de crianças com autismo na região, oferecendo apoio especializado também aos genitores, garantindo que o desenvolvimento dos pequenos aconteça de forma saudável e os pais tenham suporte necessário para lidar com o transtorno.

O Centro oferece uma série de serviços, como: estimulação precoce, ensino estruturado, fonoterapia, terapia ocupacional, psicoterapia, psicomotricidade, treinamento parental, capacitação para profissionais da educação e comunidade geral.
Espaço conta com terapia assistida por cães, com a Associação Terapêutica Patas do Bem (Foto: Divulgação Centro de Autismo)