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Assalto no Piçarras

Assaltante de chácara em Guaratuba tem velório com fogos e polêmica

Morte de suspeito que fez três pessoas reféns dividiu opiniões na web

Publicado em 16/08/2026 às 12:51
Atualizado em

(Foto: Reprodução Web / Montagem Jornal Razão)

O velório e o sepultamento de Gustavo Tillmann Neto, de 26 anos, um dos suspeitos de assaltar e manter três pessoas reféns em uma chácara no bairro Piçarras, gerou forte repercussão e dividiu opiniões nas redes sociais. A despedida ocorreu sob chuva em Joinville (SC), no Norte catarinense, e foi marcada por um cortejo com buzinaço, queima de fogos de artifício e dezenas de pessoas vestindo camisetas com a foto do rapaz.

Na internet, amigos publicaram vídeos do trajeto e diversas homenagens, incluindo montagens geradas por inteligência artificial que retratavam Gustavo com asas de anjo. Contudo, a comoção foi duramente contestada por outros internautas, que cobraram coerência e apontaram hipocrisia devido ao histórico do jovem. Nos comentários, moradores lembraram que ele havia acabado de amarrar e manter as três vítimas sob a mira de armas de fogo durante o roubo no litoral paranaense.

Em resposta às críticas, amigos argumentaram que Gustavo deixou filhos pequenos e sustentaram a versão de que ele teria sido morto mesmo após tentar se render. A alegação contraria o registro oficial da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC). Segundo a corporação, o suspeito, que já acumulava 31 passagens criminais, atirou duas vezes contra a equipe tática na área de mata e foi atingido em legítima defesa. Uma pistola Glock calibre .380 municiada foi apreendida com ele.

O confronto foi o desfecho do crime iniciado horas antes no bairro Piçarras, quando a quadrilha invadiu a propriedade em Guaratuba, amarrou as vítimas e fugiu roubando dois carros e uma lancha. O grupo foi interceptado pelas forças de segurança na região de Pirabeiraba, em Joinville. Os outros três integrantes do bando conseguiram fugir para a mata e seguem foragidos, sendo procurados de forma conjunta pelas polícias do Paraná e de Santa Catarina.

Fonte: Com informações do Jornal Razão

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